quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Chega! Eu não sou super...
domingo, 31 de janeiro de 2010
Teorias sobre a confiança
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
SISU vai toma no #%@!!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Mais uma premiação...
Eu confesso. Sou marciana. Nasci em outro planeta e vim muito pequena pra Terra. Como uma forma de experiência me mandaram pro Brasil. Já que todos meus irmãos E.T.s sempre vão pros Estados Unidos e ficam presos na área 51. Então como forma de me deixar próxima dos maninhos, embora longe fisicamente, me implantaram numa filha gaúcha, na capital cujo o DDD também é 51.
Me adaptei bem a maioria das questões humanas e brasileiras. Aprendi a amar a minha terra, tomar chimarrão, ter orgulho da Revolução Farroupilha e ter uma pontinha de intenção separatista. Isso como gaúcha.
Como brasileira aprendi que pra tudo tem um jeitinho, que futebol, samba, cerveja e bunda são paixões nacionais. Descobri que batalhar, correr atrás de sonhos, acordar cedo e ser vencedor são características desse povo que sofre por não saber fazer boas escolhas políticas. Porque não existe paisagens mais belas que as dessa terra e nem povo mais hospitaleiro e simpático. É meus irmãozinhos que estão em outros cantos do mundo dizem que tenho sorte. E acho que tenho mesmo.
A única coisa que não consigo me adaptar e que continuo me sentindo uma extra terrestre é com a questão das celebridades. Nesse ponto continuo vivendo em Marte. Nunca sei quem são os famosos da vez, as novas bundas e peitos da TV e muito menos os novos hits do momento. Sou capaz de passar na rua por celebridades antigas e não reconhecer. Imagina as novas.
Já até aconteceu. Estava eu indo cortar as jubas. Na época minha cabeleireira trabalhava num hotel famosinho de Porto Alegre. Tinha um certo alvoroço na frente, mas nem dei bola. Entrei no hotel e fui caminhando por salão. Nisso passa 4 meninos e uma menina, todos sorrindo. Ela me deu oi e eu retribuí sem saber de onde os conhecia. Cinco minutos depois soube que eu tinha cumprimentado a Luana Piovanni. E os quatro meninos nada mais eram do que Thierry Figueira, Marcelo Faria, Pedro Vasconcelos e um outro que nunca lembro o nome. Estavam lá em turnê com a peça dos três mosqueteiros.
Outra vez na praia. No Rio. Tô bem sentada e do meu lado uma dessas bundas famosas. Não me pergunta qual que não tenho nem idéia. No dia até fiquei sabendo, mas depois esqueci de novo. E no calçadão? Vários famosos desfilando e eu só me dou conta quando depois vejo alguém correr e pedir autógrafo. Porque até então eu estou concentrada tentando pensar de onde eu conheço.
Agora, imagina hoje, que a cada dia aparece uma nova celebridade instantânea. Não tem como saber quem são, o que fazem e de onde vem. Elas estão lá. Aparecem e desaparecem e acredito que sejam insignificantes demais pra arquivar em meu HD. Tenho muitas outras informações mais relevantes. Muitos fatos marcantes, muitas histórias vividas e pessoas que realmente valem apena ser arquivadas.
Não sou uma total alienada do mundo das celebridades instantâneas. Elas passam pelos meus olhos. Mas se alguém me perguntar amanhã não tenho a menor noção de quem sejam. Olho, dou risada e deleto. Amanhã vai ter uma nova mesmo...
Sou marciana sim. E daí? Com tanta coisa pra me preocupar o que me interessa a quantidade de silicone de uma, a bunda de outra ou a “melhor banda de todos os tempos da última semana” ?
Os Titãs acertaram em cheio naquela música.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Sem pagar imposto para chorar...
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
LUTO
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Demasiadamente Nostalgica
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O melhor presente do mundo
Mais um dia dos namorados sozinha. “É só uma data comercial”, pensou ela enquanto caminhava para casa e reparava as pessoas andando na rua. Algumas com presentes nas mãos. Flores, caixas de bombons, embrulhos, cartões. Pessoas que falavam ao telefone com emoção, com voz de criança e cheias de risinhos bobos. Outros andavam cabisbaixos, chateados, como se estivessem numa depressão profunda.
Não tinha nenhum programa especial para aquele dia. Afinal, não tinha namorado. Também não queria ficar em casa pensando nos por quês de todos os anos estar sozinha nessa data. Parecia sina. Era só ir chegando o mês de junho que ou ela terminava um romance, ou eles lhe davam um pé na bunda.
Ligou pra uma amiga solteira. Em depressão. Tentou a segunda: chorava. Desistiu da terceira e resolveu ir sozinha ao cinema. Ela não era a única pessoa só naquele dia e com certeza outros solteiros também pensariam em ir ao cinema.
Chegou em casa. Tomou banho, jantou e pegou o encarte do jornal. Olhou os filmes anunciados. Nem pensar em assistir comédias românticas. Escolheu um filme de suspense. Se arrumou e foi.
No shopping todos se amavam. Eram casais pra todos os lados. Olhando vitrines, escolhendo presentes, jantando nas praças de alimentação. “Só porque é dia dos namorados toda essa gente se ama. Amanhã voltam a se matar, a terem discussões, a serem pessoas normais”, não conseguia parar de pensar como era incrível o que uma data causava nas pessoas.
Na fila do cinema nada de diferente. Uma enorme pra assistir as comédias românticas. Só casais. Todos melosos e cheios de amor pra dar. Outra fila menor. Só solteiros pra olhar o filme que ela mesma tinha escolhido. Reparou que o número de homens na fila era maior que o de mulheres. “Sim... Eles nunca ligam pra essas coisas mesmo. Pra eles tanto faz passar o dia dos namorados sozinhos. Mulheres é que são sensíveis demais e sofrem com isso. Como eu queria ter menos hormônios femininos”.
Comprou pipoca, refrigerante e umas balinhas. Escolheu um bom lugar, na parte superior da sala, e se sentou esperando a sessão inciar. Reparou nas pessoas que entravam na sala. Poucos casais. Muitos solteiros. Poucas mulheres, muitos homens. Alguns em bando. Foi um desses bandos que sentou em sua fileira.
O filme era melhor do que ela realmente esperava. Esqueceu do dia dos namorados e se concentrou no filme. Ali parecia que o mundo voltava ao normal. Que não existia na rua milhares de casais fazendo juras de amor eterno. De repente algo começou a chamar sua atenção. O menino ao seu lado não parava de olha-la. E quando ela virava o rosto, ele, rapidamente, virava pro outro lado.
Na saída do cinema ele chegou pertinho dela. Tentou puxar papo: “Gostou do filme?”. Ela ignorou a conversa e continuou andando. Pensou um pouco no que estava fazendo. O que teria a perder? Nunca tinha passado o dia dos namorados com alguém e talvez essa fosse sua chance. Desacelerou o passo. Esperou que ele se aproximasse novamente e respondeu : “adorei e você?”.
Começaram a conversar. Bater papo. Resolveram tomar uma cerveja juntos. Riram das teorias sobre o dia. Falaram da vida, profissões, relacionamentos, coisas sem nexo e sentimentos. Ele convidou pra esticarem numa danceteria. Ela topou.
Depois do cinema, do bar e da festa voltou pra casa apaixonada. Não tinha um namorado, ainda, mas sentia que um novo amor começava a surgir em sua vida. Foi seu primeiro dia dos namorados acompanhada. Foi a primeira vez que sentiu que valia a pena estar com alguém naquele dia. E ganhou o melhor presente de todos do mundo: o amor.
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Bem antiguinho esse... Mas tá valendo... Entrando em férias daqui a 20 minutos!!!
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
ODEIO
Eu odeio quando desapareces. Odeio quando estás de mal humor e quando não me da trela. Odeio quando foges e mais ainda quando não atendes o celular. Odeio quando não me dá bom dia e odeio essa sensação de espera. Odeio querer te ver e não poder. Odeio saber onde estás e não ter uma desculpa para estar também. Aí como eu odeio...
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Ficou meio que uma imitação da lista do filme "Dez coisas que eu odeio em você"... Não era a intenção... Mas foi o que aconteceu. Enfim, fazer o que se eu realmente ODEIO...
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Primeiro amor...
Que o mundo é pequeno e dá voltas todo mundo sabe. Mas ela confirmou essa teoria naquele dia. O namorado novo da melhor amiga, ali, na frente dela, falando que o primo era o primeiro amor dela.
- Bah, eu tive um colega na escola, na quarta série, com o teu sobrenome, o Lucas...
- Tu estudou no Sagrado, né?
- É...
- É o meu primo. Mora do lado da minha casa.
Foi o primeiro amor dela. Na quarta série. A primeira vez que ela sentiu dor de barriga por um menino. O primeiro fora. A primeira frustração e as primeiras lágrimas de desilusão. Sim, com dez anos. Ela gostava dele e ele gostava da outra colega. Ela namorava ele, mas ele óbvio não sabia. E ele namorava a outra colega que, logicamente, também não sabia. Tudo assim. Lindo e platônico. Bem como são as paixões infantis.
Acabaram marcando um churrasco na casa do namorado da melhor amiga para ela encontrar o ex coleguinha. Iriam dar risada daquela coincidência. Eram adultos agora. Maduros. Fazia dez anos e eles já sabiam o que era o amor de verdade. Com a sabedoria dos vinte anos iria ser legal o reencontro. Além do mais, ela havia tido várias experiências amorosas, e ele, provavelmente, também. Estava solteira, mas não tinha como se apaixonar de novo por ele. Então por que estava tão nervosa?
Levou horas no banho. Depois mais horas para escolher a roupa certa. Um churrasco entre amigos. Poucos amigos. Não era uma festa. Tirou o pretinho básico, colocou uma calça de brim e um moletom. Tirou o moletom e colocou uma blusa com decote ousado. Trocou o tênis por um sapato de salto. Tirou o salto e colocou uma sandália. Maquiou-se. Prendeu os cabelos. Soltou.
Chegou ao churrasco com as pernas tremendo. Ele ainda não havia chegado, o que de certa maneira foi um conforto. Afinal, teria tempo para beber alguma coisa e se soltar um pouco. Enquanto conversava com sua amiga nem percebeu a chegada dele. Ou viu aquele cara entrando e nem se deu conta que poderia ser ele.
Todo sujo de lama, fedendo a bosta de cavalo e com umas roupas surradas. O namorado da amiga a chamou. Meio sem graça, chegou perto do indigente, e percebeu que era seu primeiro amor. Ele deu um sorriso largo, daqueles gostosos e descontraídos e disse que ia tomar um banho para poder dar um abraço nela. “Melhor assim”, ela pensou.
Depois de meia hora ele voltou. Lindo. Um príncipe. Os anos só tinham feito bem a ele. Um homem alto, com um porte atlético, cabelos dourados, lisos e olhos azuis da cor do mar. Nada parecido com o indigente que tinha aparecido antes e muito melhor do que a lembrança da infância. E o abraço fez as pernas dela bambearem igual vara verde.
Tudo o que ele falava encantava ela. Estava estudando veterinária e criava cavalos. Tinha se atrasado em função do parto de uma égua. Contou algumas aventuras e peripécias da vida e falaram horas sobre os tempos de escola. No fim do churrasco trocaram telefones e combinaram um passeio à fazenda no fim de semana. E ela chegou em casa sentindo a mesma dor de barriga da quarta série.
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Tô começando bem 2010 tentando manter a promessa de escrever, pelo menos, três vezes por semana, por aqui.
Esse conto é antigo. Usei em alguns concursos mas ele não foi premiado. Então agora já posso postar.
Um excelente 2010!!!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
2009 se vai... 2010 vem!
É meia noite. Hora de brindar um novo ano! Abrace os seus. Beije o seu amor. Sorria para todos. Encha sua casa de energia positiva.
Não importa o seu credo. O que importa é acreditar que um ano novo começa e que 2010 pode ser diferente. Melhor do que o ano que vai saindo de fininho nesses segundos de alegria.
Abra mão do velho para que o novo possa entrar em sua vida. Deixe as magoas, as dificuldades, os problemas e as desavenças sairem pela porta de sua casa junto com o ano que se finda. Abra bem os olhos, o coração e a mente para 2010, para as coisas boas, para tudo que esse renascer pode te trazer.
Todo ano é um renascer. E é de esperança que essa passagem se faz. Não deixe pequenas coisas atrapalharem seu recomeço. Recomece agora! Comece tudo de novo se for preciso. Deixe a esperança te contagiar e agarre com todas as suas forças essa nova chance!
Para 2010 ser o seu ano, só depende de você. Pense positivo. Corra atrás de seus objetivos e acima de tudo acredite em você!
Que 2010 seja o seu ano! Com muita saúde, paz, amor, sucesso e oportunidades para você !
Que 2010 seja o ano. O ano da esperança. O ano da mudança. O ano da vitória!
É o que deseja para você toda a equipe da Rádio Navegantes FM!
Feliz 2010!!!!
Desejo que 2010 seja o seu ano! Que você conquiste tudo que quer e que, principalmente tenha orgulho de sim mesmo!!!